Busca Temática com Redes Sociais

Aqui se detalha as possíveis extensões para Redes Sociais, que podem estar direta ou indiretamente associada à ideia de implementar a busca automática por assuntos.

1 - Rede social não é um assunto, mas sim uma categoria

A ideia aqui é criar a categoria de busca em redes sociais no Google, (incluindo Facebook, Google+, Twitter, YouTube, Orkut, etc.). Hoje só existe as categorias vídeos, blogs, notícias, livros, etc. Essa ideia é independente da questão de atribuir um assunto aos sites, mas relacionada, porque é mais uma dimensão de filtro, que já existe.

A atual busca social no Google tem um significado diferente e não é uma categoria. Para se manter a compatibilidade da ideia proposta com o conceito do Google pode-se até criar o filtro "amigos", para que a busca se limite à sua rede de contatos..

Isso cria uma nova dimensão na busca de informação a partir das redes sociais, permitindo de uma maneira unificada buscar informações no perfil dos usuários, usando nomes, cidades, etc.

2 - Conta de rede social pode ser temática

Sugere-se aqui permitir que a própria conta em uma rede social, se for de um tema especializado, possa ser cadastrada em um assunto Google, desde que ele poste o código que o Google fornecer para ele, como prova de autenticidade, de forma manual ou automática..

Essa sugestão enriquece a busca por assuntos, porque inclui a imensa gama dos usuários de redes sociais. Uma rede social não classificada pode estar dentro de um assuntos denominado "vida pessoal" ou algo similar.

Essa abordagem traz um novo alento e importância às redes sociais temáticas, porque, junto com a ideia anterior, permite uma busca bastante focada nas redes sociais.

3 - "Popularidade social" de um site.

A ideia é possibilitar que o site, blog ou conta de rede social; ao entrar com sua classificação por assunto, possa postar, em alguma das redes sociais associadas, um comunicado padrão, com algum logotipo do Google, citando o site e o assunto que ele passou a estar enquadrado (como acontece com diversos sites em relação ao Twitter e Facebook, quando o usuário autoriza).

O usuário de uma rede social, ao ver o post de classificação, poderia repassar (retwittar, por exemplo) o apoio a um determinado site. Essa ação precisa ser feita no Google via nuvem e é autenticada pela postagem do código dado pelo Google.

O que foi dito acima não impede que, em uma ocasião independente da classificação do site, um usuário de uma rede social, interagindo online com o Google, possa postar um código Google em sua rede social e dar seu aval ao site. Isso também pode ser reverberado pelos contatos, em mais de um nível.

O aval das diferentes redes sociais a um site pode ser transformado em um índice global ou em um índice por rede social, usando alguma fórmula, que pode usar o número de contatos, audiência e outras métricas do apoiador, para ponderar o indicador. Isso serve para impedir que contas fantasmas, que se sigam mutuamente, sejam importantes no cálculo desse indicador.

Esse aval pode ser listado no resultado da busca, direta ou indiretamente e mede um tipo de "popularidade social" do site. Pode-se até, eventualmente, usar a popularidade social como parte do page rank do Google. Essa é mais uma forma de se destacar no meio do lixo.

Os sites vão se empenhar em se tornarem populares socialmente e vão tomar cuidado de não desapontar seus "apoiadores". Eles podem fazer campanhas para arregimentar apoiadores visando aumentar sua popularidade. Se for um site de e-commerce, por exemplo, nada impede que ele venha a criar promoções especiais para atrair apoiadores. Não pode ser algo leviano senão os usuários poderão vir a tirar seu apoio.

Por outro lado, sites ligados a venda de produtos ou serviços, que prestarem mau atendimento, poderão ser "vítimas" de um viral, que funcione, dependendo da popularidade e influência do "reclamante", como descadastramento do apoio a um site. incluindo a possibilidade de registrar oficialmente seu desagravo a um determinado site, com os mesmos mecanismos acima. Em suma, propõe-se que a escala de adesão de um usuário de rede social ao site tem três valores: apoio, indiferença ou desconhecimento e desaprovação.

Essa ideia é bem mais genérica que os atuais mecanismos de apoio, como o ícone like do Facebook e o ícone "+1" do Google+, porque não é ligada a nenhuma uma rede social específica (nem necessariamente a uma rede social) e ainda tem a possibilidade de desaprovação (thumbs down), como faz o site StumbleUpon. Afinal, a relação se dá entre dois conteúdos quaisquer. Como já existe todo um algoritmo de relevância do conteúdo, expresso pelo page ranking, é possível medir a importância desse apoio de um modo muito mais aplicável, confiável e global.

A idéia apresentada é praticamente independente da categorização. O momento solene da categorização é apenas um início de um processo que ganha vida própria, mas não é de fato necessário para a idéia da popularidade social. O único ponto comum é que ele usa a idéia de ter algo postado que sirva de autenticação, para uma informação que vai ficar nos servidores Google. Essa filosofia não sobrecarrega o robô do Google.

4 - Postagem de links sobre um tema

A sugestão aqui é que o Google crie uma codificação simples e resumida, que funcione como um link que pode ser postado em qualquer lugar (blogs, redes sociais, sites respostas, etc.). A idéia é mesclar palavras e temas que resultem diretamente no resultado de uma busca. Como a busca por palavras e assuntos é muito mais precisa e limpa, esse tipo de link torna-se bastante expressivo, com resultados bem precisos.

Esse conceito é intimamente relacionado à implementação da busca automática por assunto, porque, no esquema atual, esse link não faria muito sentido, pela grande quantidade de sites irrelavantes retornados. Quando se busca apenas usando palavras, quase sempre aparecem sites de temas completamente diferente do objetivo de quem buscou.

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